O ministro Bruno Dantas apresentou nesta segunda-feira (31) uma carta de renúncia ao cargo de integrante do Tribunal de Contas da União (TCU). Dantas ocupava o cargo de 2014. O ministro informou que deixou o tribunal para se dedicar à iniciativa privada. Ele tem 48 anos e poderia permanecer no TCU até 75 anos, quando completaria o prazo de aposentadoria compulsória. Notícias relacionadas: Eleições 2026: saiba o que é permitido e proibido no dia da votação. Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa. Toffoli suspende propaganda de Renan Santos na internet . Em carta enviada ao presidente do TCU, Vital do Rêgo, Bruno Dantas disse que cumpriu seus deveres com "lealdade e dedicação" e que decidiu deixar o cargo em busca de "novos desafios". "Aos colegas ministros e, de modo muito especial, aos auditores do Tribunal de Contas da União: convivi com vocês nos anos mais intensos da minha vida pública, e foi com vocês que aprendi o que é o serviço público em sua expressão mais nobre", declarou. Com a saída de Dantas, caberá ao Senado indicar um novo integrante para o TCU. Ele integrava uma das cadeiras da Casa. O plenário do TCU é composto por nove ministros, sendo seis de indicação do Congresso e três da Presidência da República.

Profissionais do Direito que acompanham decisões como essa sabem que cada audiência, sustentação oral ou depoimento gerado a partir desse tipo de precedente também precisa ficar bem documentado. É exatamente nesse ponto que entra o trabalho de degravação: transformar a gravação de uma audiência em um texto fiel, pesquisável e citável no processo.